Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 99650-0786 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

O que é e para que serve a histeroscopia diagnóstica?

O que é e para que serve a histeroscopia diagnóstica?

A histeroscopia diagnóstica tem um nome difícil e, por vezes, vem seguida de apreensão: como é feito o exame? Dói? Por que ele precisa ser feito? Essas são algumas das perguntas que ficam no pensamento de quem necessita passar pelo procedimento.

Entretanto, a histeroscopia diagnóstica é um exame minimamente invasivo, que pode ser feito no consultório — sem necessidade de internação. É de fundamental importância para a avaliação uterina e diagnóstico da causa de infertilidade, abortos de repetição e sangramentos uterinos.

Hoje, vamos entender melhor o que é esse exame, como é feito, seus objetivos e indicações. Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas e medos sobre a histeroscopia diagnóstica.

O que é histeroscopia diagnóstica?

A histeroscopia é um exame ginecológico de imagem feito com o objetivo de ver o interior do útero e canal endocervical, sendo essencial para o diagnóstico de lesões, pólipos, miomas e/ou aderências.

O processo se assemelha a uma endoscopia quanto aos aparelhos utilizados. O histeroscópio é um equipamento fino, com aproximadamente 4 mm, com uma microcâmera na ponta, responsável por fazer a transmissão e captura das imagens internas. Ele ainda possibilita a coleta de material para biópsia, caso necessário.

A histeroscopia, além de diagnóstica, ainda existe a possibilidade de ser cirúrgica, quando o médico pode realizar correções e/ou tratamentos durante o procedimento.

O exame causa dor?

Essa é uma das perguntas mais frequentes das mulheres que vão se submeter à histeroscopia diagnóstica. Como é introduzido um aparelho fino na cavidade uterina, é comum sentir cólicas e pressão na região.

Porém, é possível minimizar esse desconforto. A grande maioria dos procedimentos são feitos sob o uso de anestésico local. Além disso, o médico pode, ainda, prescrever medicamentos para alívio de qualquer incômodo após o exame.

Como é feito o procedimento?

Todo o exame é feito em posição ginecológica. O espéculo vaginal é utilizado no início do procedimento para permitir a introdução do histeroscópio. Não existe um período mais indicado para a realização do procedimento. Dependendo do objetivo, cada fase do ciclo pode se mostrar mais positiva.

Em primeiro lugar, o médico faz a dilatação do útero usando CO2 ou soro fisiológico. Em seguida, é inserida a câmera do histeroscópio, que percorrerá toda a cavidade uterina. Em caso de lesões, é possível retirar amostras de tecido para análises laboratoriais.

Pós-exame

A recuperação também acontece rapidamente e a paciente pode retornar à rotina normal no mesmo dia. Em alguns casos, a paciente pode sentir cólicas, que são tratadas com uso de analgésicos.

O que ela pode diagnosticar?

A histeroscopia diagnóstica possibilita a investigação e o diagnóstico de:

Quais as indicações para a histeroscopia?

O exame é indicado para pacientes que possuem histórico de dificuldade para engravidar e/ou infertilidade, tenham passado por abortos espontâneos de repetição, apresentem fluxo menstrual excessivo ou tenham suspeita de alterações uterinas ou câncer de endométrio.

A histeroscopia diagnóstica é um exame seguro e considerado pouco invasivo. De grande importância para a descoberta e tratamento de problemas ginecológicos, o procedimento apresenta baixo risco de complicações.

Quer saber um pouco mais sobre o procedimento e se preparar melhor? Conheça as contraindicações e possíveis complicações do exame e entenda por que não é preciso ter medo de fazer a histeroscopia diagnóstica!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências