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Prolactina alta: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos

Prolactina alta: conheça as causas, os sintomas e os tratamentos

A prolactina é um hormônio produzido na hipófise e está diretamente relacionada ao aleitamento. Algumas vezes, podemos identificar um aumento nos seus níveis sanguíneos – hiperprolactinemia.

Devido à importância do assunto, trouxemos informações sobre as causas, sintomas e os tratamentos da prolactina alta. Acompanhe!

Causas da prolactina alta

É importante destacar que a prolactina alta pode se manifestar em homens e mulheres.

De modo geral, a disfunção pode ser desencadeada por inúmeros fatores, como:

Diagnóstico

Para detectar os níveis de prolactina, o médico especialista observa o histórico da paciente e solicita exames de sangues convencionais, que, por sua vez, medem a dosagem da prolactina no sangue e, caso haja suspeita de tumor, o paciente passa por uma ressonância magnética na hipófise.

Quanto aos valores de referência da prolactina, destacamos que o normal é de até 29 ng/mL (nanogramas por mililitro) no sangue. É importante identificar os valores de normalidade de cada laboratório, pois pode haver uma diferença entre os kits utilizados. Valores acima de 100 ng/mL sugerem o quadro de prolactinoma (tumor da hipófise).

Principais sintomas

Os sintomas da prolactina alta variam de acordo com o sexo e com a causa da doença. Os mais comuns incluem:

Nas mulheres podem surgir:

Já nos homens, é frequente:

Tipos de tratamento

O tratamento da prolactina alta vai depender da sua causa. Na maioria dos casos, ele é iniciado com o uso de medicamentos que normalizam os níveis do hormônio. Já a cirurgia e a radioterapia são indicadas para os casos de tumor.

O tratamento é indicado para combater problemas sexuais, quadros de infertilidade e quando os sintomas da prolactina alta são desagradáveis e prejudicam a qualidade de vida do indivíduo.

Os casais que querem engravidar, inclusive, não precisam se preocupar, visto que, hoje em dia, há diversos tratamentos para a fertilidade do casal.

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juvenalia
2 anos atrás

estou com a prolactina alta e ja sou mae, gostava de voltar a engravidar e nao consigo, o medico receitou me bromocreptina, sera que vai ajudar?

Clínica Origen
1 ano atrás
Reply to  juvenalia

Juvenalia, provavelmente o médio receitou o medicamento por meio de diagnóstico. Então o ideal seria você perguntar em consulta para seu médico. Atenciosamente

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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