Fechar

Selecione uma unidade para enviar um Whatsapp:

Belo Horizonte - (31) 99650-0786 Juiz de Fora - (32) 98888-2776 Governador Valadares - (33) 98866-1706 Rio de Janeiro - (21) 99566-1850 Manhuaçu - MG - (33) 98855-0015

agendamento de consulta

Unidade Belo Horizonte | +55 (31) 2102-6363

Qual a relação entre HPV e infertilidade?

Qual a relação entre HPV e infertilidade?

O HPV é um problema associado ao câncer de colo do útero e outras doenças. De acordo com uma pesquisa publicada pelo Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente da UFRJ, existe uma maior prevalência da doença em mulheres entre 20 e 54 anos, e o primeiro pico ocorre aos 25 anos. Além disso, o vírus tem aumentado sua incidência em homens, que, no geral, não apresentam sintomas.

Por esses motivos, o HPV, sigla em inglês para papilomavírus humano, preocupa inúmeros casais em idade fértil.

Desenvolvemos este post para esclarecer tudo sobre o vírus da melhor forma possível. Continue a leitura e confira!

O que é o HPV e como ele é transmitido?

Existem diferentes tipos de vírus HPV (mais de 150). Destes, 40 são capazes de infectar o sistema genital, dos quais 12 apresentam potencial de causar câncer.

De acordo com o Ministério da Saúde, o contato sexual é a principal via de transmissão e acontece por meio do contato oral-genital e genital-genital. Entretanto, o vírus também pode ser transmitido durante o parto.

Quais são os sintomas?

Um fator preocupante é o de que muitos homens e mulheres não apresentam sintomas quando estão infectados. Assim, o HPV pode ser transmitido sem que as pessoas saibam que são portadoras do vírus.

Quando o HPV apresenta sintomas, o mais comum é o de desenvolvimento de verrugas genitais.

Qual é a relação entre HPV e infertilidade?

Até o momento, não se conseguiu identificar uma correlação entre a presença do HPV e a infertilidade.

Em homens, já se identificou a presença de HPV no sêmen, mas ainda não foi comprovada sua interferência na chance de gravidez.

Nosso grupo vem estudando essa associação e os resultados ainda não foram publicados. Os dados parciais, entretanto, não mostram associação entre o HPV e infertilidade.

Qual é o tratamento para o HPV?

Na grande maioria dos casos, o HPV é eliminado completamente pelo sistema imune de maneira espontânea e eficiente, o que é suficiente para a cura da doença. Entretanto, se surgirem lesões e verrugas, elas devem ser tratadas.

Em alguns casos, podem ser realizadas pequenas intervenções para a remoção das verrugas, como a cauterização ou a crioterapia. Além disso, pomadas e soluções com medicamentos apropriados são indicadas para tratar as lesões de pele e as mucosas.

É importante ressaltar a necessidade da prevenção do HPV. Vacinação prévia, exames de rotina e o uso regular de preservativo são as principais medidas preventivas.

De acordo com o Ministério da Saúde, o papilomavírus humano é uma das infecções sexualmente transmissíveis (IST) mais comuns no Brasil. É fundamental, portanto, procurar acompanhamento médico desde o início para um tratamento eficaz.

Gostou deste conteúdo? Então confira o post que preparamos sobre a relação entre distúrbios alimentares e infertilidade!

Compartilhe:

Se inscrever
Notificação de
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Faça seu agendamento

Proporcionamos um atendimento exclusivo exatamente como você merece.

AGENDE SUA CONSULTA
ENTRE EM CONTATO

Alguma dúvida sobre fertilidade?
Fale conosco

Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências