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Será que o hipotireoidismo pode causar infertilidade?

Será que o hipotireoidismo pode causar infertilidade?

O hipotireoidismo é uma doença causada por um distúrbio na tireoide, glândula situada no pescoço responsável pela produção de hormônios.

É definido como a produção insuficiente dos hormônios T3 (tri-iodotironina) e T4 (tiroxina), o que causa mudanças no metabolismo corporal e afeta tanto a fertilidade feminina quanto masculina.

Quer saber mais sobre essa doença, como sintomas, causas e tratamento, assim como os motivos de ela provocar infertilidade? Leia o post!

Sintomas do hipotireoidismo

O T4 é considerado o hormônio mais importante produzido pela tireoide, pois é ele quem coordena o metabolismo corporal.

Assim, quando produzido em baixas quantidades, que é o que acontece no hipotireoidismo, os sintomas são associados ao metabolismo mais lento e incluem:

No entanto, é importante ficar atento: alguns pacientes que sofrem de problemas na tireoide não apresentam sintomas.

Por esse motivo, exames de rotina para diagnosticar qualquer alteração, especialmente quando se está tentando engravidar, é fundamental.

O hipotireoidismo é uma doença que atinge ambos os sexos e todas as faixas etárias. Alguns grupos de risco, todavia, apresentam maior chance de desenvolver esse problema.

Entre eles estão:

Diagnóstico

A disfunção da tireoide é detectada por meio de exames de sangue que medem os níveis de T4 e também do TSH, ou hormônio tireoestimulante, o qual é produzido pela hipófise.

No hipotireoidismo clássico, os níveis de T4 são baixos e do TSH elevados, em uma tentativa do organismo de equilibrar a produção hormonal pela tireoide.

No hipotireoidismo subclínico, os níveis de T4 ainda estão inalterados, mas a hipófise já demonstra os primeiros sinais de doença por meio do aumento da produção de TSH.

Além disso, nos casos de tireoidite de Hashimoto, podem ser constatados nas dosagens sanguíneas a presença dos anticorpos antitireoperoxidase (anti-TPO) e o antitireoglobulina (anti-TG), os quais são marcadores da doença autoimune.

Tratamento

O tratamento consiste basicamente na reposição hormonal, mas é importante avaliar caso a caso para indicar o melhor medicamento e posologia.

Infertilidade e hipotireoidismo

Nas mulheres, o hipotireoidismo pode causar infertilidade porque os hormônios da tireoide exercem um papel indispensável para os ovários, especialmente por interagirem com os hormônios hipofisários que estimulam a ovulação.

Assim, a liberação do óvulo maduro é prejudicada e pode inclusive deixar de acontecer ou ocorrer em períodos irregulares, fora do período fértil.

Tudo isso dificulta a fecundação e a possibilidade de engravidar.

Além disso, o hipotireoidismo interfere na fase lútea, na qual o endométrio é preparado para receber um embrião.

Nos homens, a infertilidade decorrente do hipotireoidismo ocorre em razão do comprometimento da produção dos espermatozoides.

Além disso, essa doença pode desencadear também casos de disfunção erétil, o que não torna um homem infértil, mas dificulta as tentativas de gravidez.

Agora que você já sabe por que o hipotireoidismo causa infertilidade, não deixe de procurar auxílio médico caso note algum sintoma!

Se esse for o motivo que está diminuindo a sua fertilidade, o tratamento dessa doença é suficiente para recuperar a sua saúde reprodutiva!

Gostou do nosso post? Então temos certeza que também vai gostar de ler um pouco mais sobre infertilidade sem causa aparente. Vamos lá?

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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