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Sinais de gravidez ectópica

Sinais de gravidez ectópica

A gestação que se desenvolve fora do útero é chamada de gravidez ectópica, atingindo cerca de 1% a 2% dos casos. Apesar de a grande maioria ocorrer em uma das tubas uterinas, ela também pode acontecer nos ovários, no colo do útero e na cavidade abdominal.

Em uma gestação natural, a fecundação é realizada em uma das tubas uterinas pelo encontro do óvulo com o espermatozoide. O embrião formado segue em direção ao útero para se implantar e dar início à gestação. No entanto, nos casos de gravidez ectópica, a presença de alguma anormalidade nas tubas uterinas impede a passagem do embrião, que se implanta fora do útero.

Durante as primeiras semanas de gravidez, os sintomas são iguais aos de uma gestação intrauterina, fazendo com que a gestação ectópica passe despercebida. Porém, após algumas semanas os sinais de alerta aparecem.

Ela é uma condição potencialmente grave e o quanto antes for diagnosticada, melhor para a saúde e a fertilidade da mulher. Por isso, neste texto vamos mostrar os possíveis sinais da gravidez ectópica.

Boa leitura!

Quais são os sinais da gravidez normal e da gravidez ectópica?

A fecundação acontece nas tubas uterinas e o embrião formado segue em direção ao útero. Porém, a gravidez se inicia após a implantação do embrião no endométrio, camada interna de revestimento, que ocorre entre uma ou duas semanas depois da fecundação.

Ela provoca diversas alterações no corpo da mulher, principalmente devido ao aumento da produção de hormônios. Muitas mudanças causam sintomas visíveis, que começam a aparecer por volta da quinta ou sexta semana de gestação. Entre os mais comuns da gravidez tópica, estão:

Muitos sintomas da gravidez ectópica são parecidos com os de uma gestação normal, principalmente, durante as primeiras semanas. No entanto, a partir da sexta semana, sinais como os citados a seguir podem aparecer:

A gravidez ectópica é confirmada com a realização de uma ultrassonografia transvaginal, para verificar se o embrião se implantou no útero ou não, e a dosagem do hormônio b-hCG.

Quais são os riscos da gravidez ectópica?

A gravidez ectópica, na maioria dos casos, ocorre em uma das tubas uterinas e excepcionalmente pode causar consequências graves à saúde da mulher. Em geral, ela associada à endometriose ou a infecções que comprometem as tubas uterinas.

O útero é o órgão responsável pelo desenvolvimento do feto até o final da gestação, aumentando de tamanho ao longo das semanas. Para o embrião, é impossível sobreviver fora do útero por não ter espaço suficiente para crescer e por não receber os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento.

A demora no diagnóstico agrava a condição da paciente, aumentando o risco de rompimento do órgão e de hemorragia interna.

Existem 3 alternativas de tratamento para a gravidez ectópica: a conduta expectante (esperar e acompanhar), o medicamentoso e o cirúrgico. A escolha depende dos sintomas apresentados e da gravidade do caso. O seu objetivo é preservar a fertilidade da mulher, pois, infelizmente, a gestação não pode evoluir.

A conduta expectante é indicada apenas nos casos em que a paciente apresenta poucos ou nenhum sintoma e passa por um abortamento tubário espontâneo ou por uma absorção da gravidez. Quando ela é diagnosticada antes da 8ª semana de gestação, o risco do órgão se romper é menor e o tratamento medicamentoso pode ser utilizado.

Nos casos graves, diagnosticados, a intervenção cirúrgica é necessária e a tuba uterina afetada pode ser retirada ou não. Contudo, essa experiência não impede que a mulher engravide novamente e tenha uma gestação saudável no futuro.

A gravidez ectópica pode ocorrer na reprodução assistida?

A gravidez ectópica também pode acontecer na reprodução assistida, mas, assim como nos casos de gestação natural, a incidência é muito baixa. Existem alguns fatores que aumentam o risco, como:

Apesar de a fertilização in vitro (FIV) ser a técnica de reprodução assistida mais moderna e com maior taxa de sucesso, o risco de gravidez ectópica também existe. Nela, a fecundação ocorre em laboratório e os embriões são transferidos diretamente para o útero da paciente.

Porém, não é possível apontar uma causa isolada para a gravidez ectópica e a melhor alternativa é minimizar os riscos associados a ela. Entre elas, diminuir o número de embriões transferidos na FIV.

A gravidez ectópica ocorre quando o embrião se implanta fora do útero, em geral, nas tubas uterinas. Entre os seus principais sintomas estão a dor abdominal, tontura e sangramentos. Devido aos seus riscos à fertilidade e à vida da mulher, ela deve ser diagnosticada o mais rápido possível.

Apesar de não poder ser prevenida, os riscos da gravidez ectópica diminuem com uma consulta anual ao ginecologista para identificar precocemente qualquer doença que possa afetar a saúde da mulher.

Em caso de dificuldade para engravidar após a gravidez ectópica, o casal deve consultar um médico que trabalha com infertilidade e avaliar as opções. Toque aqui para conhecer as principais indicações da FIV!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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