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Adenomiose: conheça os sintomas

Adenomiose: conheça os sintomas

A saúde reprodutiva da mulher é delicada e, por isso, é importante estar sempre alerta para identificar sintomas e sinais de possíveis alterações. Há diversas doenças que afetam o útero, ovários ou as trompas de Falópio, por exemplo, que podem causar dores, desconforto e até mesmo levar à infertilidade feminina.

Entre as doenças que podem afetar o útero estão miomas, pólipos e adenomiose. Identificar esses problemas o quanto antes é fundamental para tratá-los adequadamente e evitar complicações ou o agravamento da doença. Para isso, além de fazer os exames preventivos anualmente com o seu ginecologista, é importante estar atenta a sintomas e sinais que podem indicar algum tipo de alteração no útero.

Neste artigo vamos falar um pouco mais sobre a adenomiose, uma doença muitas vezes silenciosa. Boa leitura!

O que é adenomiose

A adenomiose consiste no crescimento de tecido glandular do endométrio no chamado miométrio, camada muscular do útero. Isso faz com que o útero aumente de tamanho. Ela é, portanto, diferente da endometriose, que se caracteriza pelo crescimento de tecido do endométrio fora do útero (normalmente nas tubas uterinas).

Considerada uma doença benigna, a adenomiose não tem suas causas conhecidas e seu diagnóstico não é simples. Por isso é difícil ter dados precisos sobre a sua incidência, mas há estimativas de que ela atinja entre 20% e 30% da população geral. Além disso, é comum que a adenomiose ocorra associada à endometriose ou a miomas uterinos.

Sintomas da doença

Muitas vezes a adenomiose é assintomática, sendo que, quando se manifestam, os sintomas são mais comuns nas pacientes de 35 a 50 anos de idade. Entre eles estão:

De maneira geral, os sintomas tendem a desaparecer depois da menopausa.

Diagnóstico

O primeiro passo para o diagnóstico da adenomiose é o exame clínico. Se o médico observar que o útero está aumentado e mais macio do que o normal, pode suspeitar de que se trata da doença. O diagnóstico só pode ser confirmado, porém, após exames de ultrassonografia transvaginal e/ou de ressonância magnética da pelve.

Adenomiose e infertilidade

Até agora não existe comprovação da associação entre a adenomiose e a infertilidade. Alguns estudos sugerem que em casos extremos pode haver uma interferência no transporte dos espermatozoides até as trompas.

Possibilidades de tratamento

Há algumas possibilidades de tratamento para a adenomiose, que podem estar ou não ligadas à conservação da fertilidade da mulher, a ver:

Histerectomia

A cirurgia de remoção do útero é a maneira mais assertiva de tratar a adenomiose e acabar com os sintomas. Nesse caso, porém, a paciente deixará de ser fértil. Costuma ser a indicação para casos mais graves da doença e para mulheres que já tenham sua prole definida.

DIU com levonorgestrel e pílulas anticoncepcionais

Em casos menos graves, a opção para tratar os sintomas pode ser o uso de um dispositivo intrauterino (DIU) com o hormônio levonorgestrel, que auxilia no controle do sangramento e dores durante a menstruação. Também podem ser indicadas pílulas anticoncepcionais orais, que, além de controlar o sangramento, tendem a diminuir a espessura do endométrio e a inflamação da musculatura do útero.

Esse tipo de tratamento pode ser indicado quando a mulher tem a intenção de manter a fertilidade para engravidar futuramente. O uso de analgésicos também é recomendado para diminuir as dores nas pacientes sintomáticas.

Como as técnicas de reprodução assistida podem ajudar

Quando a paciente deseja engravidar, porém o quadro de infertilidade se mantém mesmo após o tratamento, existe a opção de recorrer a técnicas de reprodução assistida, como a FIV (fertilização in vitro). Embora o resultado dessas técnicas possa ser influenciado negativamente pela doença, alguns estudos têm demonstrado que o uso de agonistas do GnRH antes da FIV tende a melhorar as taxas de sucesso.

Se você se interessou pelo assunto e quer saber mais sobre adenomiose, clique aqui para acessar este outro conteúdo do nosso site.

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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