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É possível identificar a gravidez pela temperatura basal?

É possível identificar a gravidez pela temperatura basal?

O sonho de engravidar está presente na vida de muitos casais, e muitas mulheres se preparam por um bom tempo para o momento de ser mãe. O que muitas pessoas não sabem é que existem vários indícios que essa gravidez tão esperada possa ter chegado.

A gravidez pode ser identificada por meio de testes, como o Beta-hCG e o exame de farmácia, mas também é possível descobrir se a mulher está grávida ou não por meio das mudanças na temperatura basal.

Neste texto, vamos explicar como isso acontece. Quer saber mais sobre o assunto? Então acompanhe com a gente!

O que é a aferição da temperatura basal e como fazê-la

O método de aferição da temperatura basal não é muito conhecido no Brasil, mas é bastante utilizado em diversos países. Ele é realizado por meio da medição da temperatura pela boca, utilizando um termômetro comum na hora em que a mulher acorda.

É importante que a mulher não se movimente muito e faça a aferição antes mesmo de se levantar. Além disso, as medições devem ser realizadas no mesmo horário, criando uma rotina com um gráfico.

Por que essa variação de temperatura é importante

O corpo da mulher naturalmente passa por uma série de fases hormonais nos períodos de ciclo menstrual. A primeira fase ocorre quando acaba a menstruação, e então acontece um aumento de um hormônio chamado estrógeno.

A função desse hormônio é promover o crescimento dos folículos, para que posteriormente ocorra a ovulação. Quando inicia a segunda fase, o papel principal é da progesterona, que se torna responsável por manter o endométrio nutrido e preparado para acolher o embrião.

É aí que entra o papel da aferição de temperatura. A progesterona promove um aumento na temperatura corporal. Desse modo, se você fizer um monitoramento diário da temperatura do seu corpo, é possível perceber o aumento da temperatura e assim concluir que houve a produção da progesterona, que, por sua vez, só ocorre após a ovulação.

Como a gravidez é vista no gráfico de temperatura

Nos gráficos de temperatura, no período logo após a ovulação ocorre um aumento da temperatura, que começa a subir. Isso mostra que é provável que a ovulação tenha ocorrido e a progesterona já esteja preparando o endométrio.

Quando ocorre a gravidez, ou seja, ocorre a nidação do embrião no endométrio, a temperatura se mantém elevada, pois a produção de progesterona irá persistir.

Lembre-se sempre de que o ideal para ter certeza da gravidez é realizar um exame laboratorial atestando os níveis de Beta-hCG, mas o método da temperatura basal pode te dar uma boa ideia de todo o processo e te fazer conhecer ainda mais o seu corpo.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências