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Inseminação artificial: o que é e como é realizada?

Inseminação artificial: o que é e como é realizada?

A reprodução assistida dispõe de várias técnicas para o tratamento de pessoas que desejam ter filhos, mas que encontram dificuldade de atingir esse objetivo por vias naturais. Para aumentar as possibilidades de iniciar uma gestação, há três procedimentos que podem ajudar, sendo indicado de acordo com a causa, tempo de infertilidade e idade da mulher. Os mais comuns são: RSP (relação sexual programada), IA (inseminação artificial) e FIV (fertilização in vitro).

Ao longo deste post, vamos apresentar detalhes sobre a inseminação intrauterina, também chamada de inseminação artificial (IA), abordando o que é essa técnica, quando ela é indicada e quais são as taxas de sucesso do tratamento. Também vamos mostrar as etapas necessárias para a realização do procedimento. Para saber mais sobre o assunto, basta continuar a leitura!

O que é inseminação artificial?

A inseminação artificial — denominada pela comunidade médica como inseminação intrauterina (IIU) — é uma técnica utilizada com a finalidade é reduzir a distância entre os gametas masculino e feminino e, assim, elevar as chances de gestação. Nesse procedimento, uma amostra de sêmen preparado em laboratório é introduzida diretamente no útero.

A IA é considerada como uma técnica de baixa complexidade, pois o óvulo é fecundado dentro do corpo da paciente. Portanto, não há micromanipulação de gametas e não é necessário ter o suporte de equipamentos laboratoriais específicos, como as incubadoras utilizadas nos processos de FIV. No entanto, os espermatozoides também são preparados em laboratório antes da inseminação.

Para que o tratamento seja bem-sucedido, a mulher deve ter menos de 35 anos, não apresentar obstrução tubária, além de outros aspectos favoráveis à concepção e à evolução da gravidez.

Quando esse procedimento é indicado?

A inseminação artificial é um procedimento pouco indicado atualmente. Entre os casos mais beneficiados com essa técnica, estão:

Apesar de as indicações serem abrangentes, a IA ainda é limitada aos casos mais simples, visto que necessita do funcionamento saudável do sistema reprodutor feminino. Em contrapartida, a FIV pode ser realizada em diversos casos de infertilidade feminina ou masculina, desde as condições brandas até as situações mais graves.

Como a IA é realizada?

Antes de chegar ao momento exato da inseminação, a paciente passa por algumas etapas, além de realizar os exames necessários para avaliar a saúde do aparelho reprodutor. Vamos conhecer o passo a passo desse procedimento!

Estimulação ovariana

A estimulação ovariana é feita a base de medicamentos hormonais, com o objetivo de aumentar a ovulação. O tratamento ocorre da seguinte forma: quando o ovário é estimulado, vários folículos se desenvolvem. O crescimento folicular é observado por ultrassonografia até o tamanho ideal, quando os folículos estarão prontos para romper e iniciar o processo ovulatório.

Preparação da amostra de sêmen

Aproximadamente 34 horas após a indução da ovulação para rotura dos folículos e liberação dos óvulos, os gametas masculinos são preparados. O esperma utilizado na inseminação artificial pode ser coletado do parceiro da paciente ou recebido por meio de doação, dependendo do caso.

A preparação seminal, consta de uma seleção dos espermatozoides que apresentem vitalidade e mobilidade. Assim, é possível eliminar os gametas lentos ou imóveis e garantir um material com mais qualidade para maximizar as chances de concepção.

Inseminação intrauterina

A amostra de esperma é colocada no interior do útero, momentos antes do possível início da ovulação. Dessa forma, os espermatozoides já estarão nas tubas uterinas no momento certo de encontrar os óvulos para que ocorra a fecundação.

A introdução do sêmen na cavidade uterina é feita com a ajuda de um cateter apropriado para o procedimento. Para isso, a mulher permanece em posição ginecológica e seu canal vaginal é mantido aberto com um espéculo. Tudo é realizado de forma rápida e com pouco ou nenhum incômodo para a paciente.

Após a inseminação, a mulher pode retomar suas atividades cotidianas, com a recomendação de não fazer esforço excessivo. Em torno de duas semanas depois do procedimento, a paciente pode realizar o esperado teste de gravidez.

Quais são as taxas de sucesso?

As chances de um resultado positivo ficam entre 10% e 20%. O êxito do tratamento depende de questões como a idade materna, a quantidade de folículos ovarianos e a qualidade dos espermatozoides. Após três tentativas sem sucesso, é recomendada uma nova alternativa para tratar a infertilidade. Nesse caso, a indicação com maior possibilidade de alcançar o efeito esperado é a FIV.

Como vimos, a inseminação artificial é uma técnica simples e que pode aumentar as chances de gravidez em várias situações. Para avaliar cada caso detalhadamente e definir o melhor método de tratamento, é essencial fazer o acompanhamento com profissionais especializados em reprodução humana.

Para se aprofundar no assunto e saber outros detalhes sobre a inseminação artificial, leia nosso texto institucional e veja mais informações!

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Comunicado

SARS Cov-2 (COVID 19): vacinas, reprodução assistida e grávidas
• Posição atual conjunta •

03 de fevereiro de 2021

Grandes avanços dos estudos colaborativos incluem hoje pelo menos 85 vacinas pré-clínicas em investigação ativa em animais, 65 em ensaios clínicos em humanos, com 20 vacinas que chegaram aos estágios finais de testagem, sendo 12 já em uso em diferentes países/situações. As principais vacinas disponíveis estão constituidas por partículas de RNA mensageiro (Pfizer-Biontech e Moderna), vírus inativado (CoronaVac,Sinopharma e Covaxin, Bharat Biotech), com adenovirus (Oxford-AstraZeneca, Johnson&Johnson e Sputnik V, Gamaleya).

A pandemia segue, e neste momento a discussão se centraliza no uso das vacinas disponíveis e as pacientes submetidas às técnicas de reprodução assistida, grávidas e populações de risco entre as grávidas.

Nossas sociedades, avaliando também as diretrizes emitidas por sociedades mundiais como a ESHRE, a ASRM, a IFFS e a ACOG (SOGC), consideram que dentro da disponibilidade possível:

1) A vacinação tem efetividade e não induz a risco aumentado de contrair a infecção por Covid 19. Embora ainda não hajam estudos humanos de longo prazo sobre a vacinação contra Covid-19 e gravidez, nenhuma das vacinas contém vírus Sars Cov-2 vivo.

2) Para indivíduos vulneráveis,que apresentam alto risco de infecção e / ou morbidade por COVID-19, dentre os quais estão as grávidas, não receber a vacina supera o risco de ser vacinado, previamente ou durante a gravidez. Inclui-se ainda neste grupo os profissionais de saúde e aqueles outros, de linha de frente, com maior risco de exposição.

3) Não há razão para atrasar as tentativas de gravidez ou tratamentos de reprodução assistida quando de vacina não disponível ou se pacientes fora de grupos de risco.

4) Decisões da utilização (ou não) das vacinas devem ser compartilhadas entre pacientes e médicos, respeitando-se os princípios éticos de autonomia, beneficência e não maleficência.

5) Esta informação sobre vacinas deve ser incluidas como um termo específico em um consentimento informado já existente. Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA

6) Seguirão atualizações, a cada momento que novos conhecimentos solidifiquem os dados atuais.

  • REDLARA - Red Latinoamericana de Reproducción Asistida
  • SBRA - Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida
  • SAMeR - Sociedad Argentina de Medicina Reproductiva
  • AMMR - Asociación Mexicana de Medicina de la Reproducción
  • PRONÚCLEO - Associação Brasileira de Embriologistas em Medicina Reprodutiva
  • SAEC - Sociedad Argentina de Embriología Clínica
  • SOCMER - Sociedad Chilena de Medicina Reproductiva
  • ACCER - Asociación de Centros Colombianos de Reproducción Humana
  • SURH - Sociedad Uruguaya de Reproducción Humana
  • AVEMERE - Asociación Venezolana de Medicina Reproductiva y Embriología

Referências
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