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O que é prostatite? Descubra sobre os cuidados e prevenção!

O que é prostatite? Descubra sobre os cuidados e prevenção!

Você sabe o que é prostatite? O termo significa um processo inflamatório da próstata, que engloba variadas causas, infecciosas ou não. Ao longo da vida, os homens podem apresentar pelo menos um episódio de sintomas de prostatite, mas a maioria deles não tem, de fato, a infecção da glândula.

Em alguns casos, os sintomas podem se tornar recorrentes e as queixas podem persistir, se não for identificada a causa e o tratamento correto prescrito.

Conhece os sintomas da prostatite e sabe como são feitos o diagnóstico e o tratamento? Então continue acompanhando, pois vamos falar sobre tudo isso!

Quais são as causas de prostatite?

A próstata é uma glândula pequena, de tamanho semelhante a uma noz, variando de 3 cm a 4 cm de diâmetro, com peso aproximado de 20 g. Está localizada na face inferior da bexiga e circunda a uretra, o canal que leva a urina da bexiga para fora do corpo.

As causas de prostatite vão variar se a doença for aguda ou crônica. A prostatite aguda é geralmente provocada por uma infecção bacteriana, sendo as mais comuns a Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Proteus mirabilis — as mesmas que causam infecção urinária.

A infecção da próstata acontece pela invasão dessas bactérias, que se encontram na uretra ou na bexiga, após a urina estar previamente contaminada.

Já a prostatite crônica pode ser uma complicação da infecção aguda que não foi corretamente tratada, que é a forma mais comum, ou ainda ser de causa não infecciosa, chamada atualmente de síndrome da dor pélvica crônica.

Quais são os sintomas?

As manifestações clínicas da prostatite são variáveis, dependendo da causa. Porém, essa doença manifesta-se em geral com quadro súbito de febre, calafrios, dor na região hipogástrica, abaixo do umbigo e perineal, abaixo do saco escrotal.

Podem ainda estar presentes sintomas de infecção urinária, como dor lombar, disúria (dor ao urinar), aumento da frequência das micções (inclusive à noite) e diminuição da força e alcance do jato de urina.

Ao perceber qualquer um desses sintomas, o ideal é marcar uma consulta médica com um especialista, para uma avaliação correta e tratamento precoce, a fim de evitar que se torne uma doença crônica. Além disso, também previnem-se outros problemas, como a disseminação para outros órgãos e a infertilidade.

Nesse sentido, a presença da infecção pode ocasionar diminuição na produção e qualidade do líquido produzido pela próstata, o que pode dificultar a fertilidade.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é realizado pela avaliação do quadro clínico associado ao toque retal, que demonstram uma próstata dolorosa ao exame. Existe o estigma social relacionado ao toque retal, mas é importante ressaltar a importância de realizá-lo, tanto como uma forma diagnóstico como para a prevenção de outras doenças, como o câncer de próstata.

Exames laboratoriais são secundários e servem para auxiliar o diagnóstico e excluir outras causas, como a dosagem do PSA, urina de rotina, gram de gota e urocultura.

Qual o tratamento para prostatite?

Nos casos de prostatite aguda, o tratamento é feito com antibióticos para erradicação das bactérias causadoras da infecção, por exemplo, a sulfatrimetropina ou quinolonas. Em casos crônicos, o tratamento medicamentoso deve ser estendido por 4 a 6 semanas.

Após entender o que é prostatite e quais os sintomas e tratamentos, é valido ressaltar a importância de procurar atendimento especializado, aliado a um bom exame clínico para diagnóstico correto. Logo, esse e outros problemas, como a infertilidade masculina, poderão ser evitados.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências