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Quais exames podem detectar a endometriose?

Quais exames podem detectar a endometriose?

Milhões de mulheres em idade fértil sofrem com a endometriose. Endometriose significa a presença de endométrio fora de seu lugar habitual, isto é, da camada interna do útero. Assim, toda situação em que existe endométrio ectópico é chamada de endometriose. Pode atingir outros locais, como ovários, tubas, peritônio, bexiga, entre outros. Mas será que existe um exame para detectar a endometriose?

É importante saber, primeiro, os sintomas da doença. Os mais comuns são cólicas intensas, dor durante a relação sexual, dor intensa na pelve sem relação com menstruação ou cólica intestinal. Mais raramente pode haver dor e sangramento para urinar e evacuar e dificuldades para engravidar. Estima-se que entre 5% e 50% dos casos de endometriose levem à infertilidade.

Lembre-se: nenhum tipo de dor é normal. No lugar de acreditar que cólicas são algo corriqueiro com o qual as mulheres devem se acostumar, o ideal é procurar o médico sempre que tiver algum sintoma e não deixar de fazer seus exames de rotina, é claro.

Mas você sabe quais exames os médicos solicitam diante de uma suspeita de endometriose? Para esclarecer essa dúvida, listamos abaixo 5 dos principais:

1. Exame de sangue

A endometriose está associada ao aumento do CA125 no sangue. Embora esse exame não seja específico somente para detectar a doença, os médicos costumam pedi-lo para fazer um controle de tratamento, colhendo o sangue antes e depois de realizado o tratamento.

2. Exame vaginal e retal

O exame de toque pode identificar massas na pelve que podem sugerir a presença de cistos de endometriose. Se a suspeita se confirmar por esse exame simples, outros mais complexos e com a ajuda de aparelhos são solicitados, a fim de confirmar o diagnóstico.

3. Ultrassonografia transvaginal

Com o uso de um transdutor, que é introduzido na vagina, o médico analisa toda a estrutura do interior do útero e ovários com mais precisão do que uma ultrassonografia abdominal. Pode ser exigido um preparo intestinal, que ajudará a avaliar melhor a extensão de um possível problema. Esse exame visa diagnosticar a doença ainda em sua fase inicial e observar se há comprometimento de outros órgãos.

4. Ressonância magnética pélvica

Trata-se de um exame um pouco mais complexo que a ultrassonografia. Normalmente, é pedido para investigar a evolução da doença e constatar a ocorrência de outros problemas uterinos, como miomas.

Esse exame é mais preciso, tanto no diagnóstico como na análise da sua evolução e grau de comprometimento de outros órgãos.

5. Videolaparoscopia

Trata-se de um procedimento cirúrgico que serve para diagnóstico e tratamento ao mesmo tempo. É realizado em caso de lesões mais graves. São feitas pequenas incisões na barriga para colocação dos instrumentos, guiados por vídeo.

Trata-se da maneira mais precisa de diagnosticar a doença, sendo considerado o padrão-ouro para o diagnóstico da endometriose, pois permite retirar a lesão, enviá-la para estudo microscópico (anatomopatológico) e assim confirmar de fato a presença da endometriose. É importante salientar que nem sempre é importante ser realizado, tendo indicações específicas e precisas.

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Comunicado

Nota conjunta com atualização de posicionamento sobre a COVID-19 e os tratamentos de reprodução assistida

Informações complementares à nota emitida em 21 de março de 2020

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA e a Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA, acompanhando as demais sociedades mundiais e face à presença da pandemia de Covid-19, emitiram comunicado em 17 e 21 de março de 2020. Globalmente, e na América Latina não foi diferente, ciclos iniciados foram completados, decisões de congelamento tomadas, transferências discutidas e, na maioria das vezes, postergadas. Desde o início, entendemos que poderiam haver situações a serem individualizadas, como os casos oncológicos, em que pacientes necessitariam com urgência da preservação de seus gametas previamente a procedimentos cirúrgicos ou eventual quimioterapia que pudesse afetar sua fertilidade futura. Ao mesmo tempo, havia outros casos susceptíveis de individualização.

Passados 30 dias, com novos dados sobre a Covid-19, reconhecendo novos cenários para diferentes países, regiões ou cidades, além da realidade de um período claro de extensão da pandemia, que a infertilidade é definida pela OMS como doença, assim como a própria OMS define o direito de autonomia dos pacientes e:

CONSIDERANDO que, sob a luz de novas evidências científicas, este posicionamento deverá seguir sendo atualizado em momentos sucessivos;

CONSIDERANDO que, segundo a literatura médica, não se identificou até o momento a presença de vírus nos gametas e tratos genitais masculino ou feminino;

CONSIDERANDO que, até o momento, não há evidências a respeito das repercussões do Covid-19 sobre a gestação inicial;

CONSIDERANDO a preocupação com relação às evidências científicas emergentes quanto à possibilidade de transmissão vertical – isto é, da mãe para o bebê;

CONSIDERANDO que os serviços de reprodução assistida devam seguir as recomendações governamentais, respeitando as particularidades locais;

CONSIDERANDO a observação das medidas de distanciamento social, com cuidados na preservação dos pacientes e equipes, quando da assistência;

CONSIDERANDO as condutas para mitigar a sobrecarga do sistema de saúde local;

CONSIDERANDO que o adiamento dos tratamentos de reprodução assistida abrange determinados casos extremamente sensíveis ao tempo e, portanto, inadiáveis, com risco de condenar pessoas a uma infertilidade irreversível – ou seja, esterilidade; e

CONSIDERANDO o respeito à autonomia do paciente,

RECOMENDAM que ciclos de reprodução assistida possam ser realizados sob juízo do profissional assistente, em decisão compartilhada com os usuários do serviço, de forma personalizada, fundamentados e bem documentados, com precaução e bom-senso, evitando-se transferências embrionárias neste momento.

Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida – SBRA
Red Latinoamericana de Reproducción Asistida – REDLARA


Referências